24.3.06

ADEUS, FRANCO POETA



Tu bem disseste que ainda tinhas tanta coisa para fazer...
Faltou-nos repetir aquela água de coco e teatralizar a doçura daquelas crianças na favela. E tanta coisa. E o mais que a nossa insensatez permitisse. Faltou. Ficámo-nos por aquele abraço intermediado. Escreveste o último poema, e sobre ele derramo as minhas lágrimas, meu amigo. E, contudo, já é Primavera.
Adeus, Franco Poeta (Boscotrecase 4.6.56 - Trecase 23.3.2006).
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