24.3.06
ADEUS, FRANCO POETA
Tu bem disseste que ainda tinhas tanta coisa para fazer...
Faltou-nos repetir aquela água de coco e teatralizar a doçura daquelas crianças na favela. E tanta coisa. E o mais que a nossa insensatez permitisse. Faltou. Ficámo-nos por aquele abraço intermediado. Escreveste o último poema, e sobre ele derramo as minhas lágrimas, meu amigo. E, contudo, já é Primavera.
Adeus, Franco Poeta (Boscotrecase 4.6.56 - Trecase 23.3.2006).
R
Faltou-nos repetir aquela água de coco e teatralizar a doçura daquelas crianças na favela. E tanta coisa. E o mais que a nossa insensatez permitisse. Faltou. Ficámo-nos por aquele abraço intermediado. Escreveste o último poema, e sobre ele derramo as minhas lágrimas, meu amigo. E, contudo, já é Primavera.
Adeus, Franco Poeta (Boscotrecase 4.6.56 - Trecase 23.3.2006).
R
8.2.05
"amor de Carnaval"
Quem não busca
a eternidade naqueles três dias
sabendo mas negando
que, afinal,
é sempre o mesmo fogo-fátuo
de um amor de Carnaval?
zc, carnaval de 2005
a eternidade naqueles três dias
sabendo mas negando
que, afinal,
é sempre o mesmo fogo-fátuo
de um amor de Carnaval?
zc, carnaval de 2005
24.11.04
ERRAR
ERRAR É HUMANO...
PERSISTIR NO ERRO É AMERICANO!
PERSISTIR NO ERRO É AMERICANO!
14.11.04
A vida, como ela é...
Há semanas assim (como a passada):
Cruzeiro 3 - VASCO DA GAMA 2
Benfica 4 - VITÓRIA DE SETÚBAL 0
Porto 3 - SPORTING 0
ACADÉMICA 0 - União de Leiria 1
E há outras assim (como esta):
VASCO DA GAMA 0- São Paulo 0
VITÓRIA DE SETÚBAL 1 - Nacional da Madeira 0
SPORTING 6 - Boavista 1
Estoril 0 - ACADÉMICA 1
Como ela é, a vida!
Cruzeiro 3 - VASCO DA GAMA 2
Benfica 4 - VITÓRIA DE SETÚBAL 0
Porto 3 - SPORTING 0
ACADÉMICA 0 - União de Leiria 1
E há outras assim (como esta):
VASCO DA GAMA 0- São Paulo 0
VITÓRIA DE SETÚBAL 1 - Nacional da Madeira 0
SPORTING 6 - Boavista 1
Estoril 0 - ACADÉMICA 1
Como ela é, a vida!
25.10.04
ESCUTO
Escuto mas não sei
Se o que oiço é silêncio
Ou deus
Escuto sem saber se estou ouvindo
O ressoar das planícies do vazio
Ou a consciência atenta
Que nos confins do universo
Me decifra e fita
Apenas sei que caminho como quem
É olhado amado e conhecido
E por isso em cada gesto ponho
Solenidade e risco
Sophia de Mello Breyner Andresen
Se o que oiço é silêncio
Ou deus
Escuto sem saber se estou ouvindo
O ressoar das planícies do vazio
Ou a consciência atenta
Que nos confins do universo
Me decifra e fita
Apenas sei que caminho como quem
É olhado amado e conhecido
E por isso em cada gesto ponho
Solenidade e risco
Sophia de Mello Breyner Andresen
Triste condição
Divorciados com risco
acrescido de ter um
acidente de viação
Moral da história: à cautela o que é melhor mesmo é não dar o passo... do casamento!
21.10.04
19.10.04
Il Cristo Velato
Il Cristo Velato
(A Sanmartino)
Tendido allì, adormecido allì
Su cuerpo blanco ofrecido allì
Sin dolor a pesar de las heridas...
La eternidad se arrodilla frente a él
Silencio
Pude una vez acariciar le emocionada
Y su piel frì acaricio mi alma
Cò descibir la vida que me ha dado
El que se ofrece generoso
Ante la aparencia del marmol
La visiòn es enganosa, la realidad es enganosa
Quisiera levantar el velo que le cubre
Besar sus manos calladas
Su frente, su boca
Sus brazos abandonadas
Con la ternura inmensa
Que inspira su belleza
Isabelle Lagos
posted by flagal
(A Sanmartino)
Tendido allì, adormecido allì
Su cuerpo blanco ofrecido allì
Sin dolor a pesar de las heridas...
La eternidad se arrodilla frente a él
Silencio
Pude una vez acariciar le emocionada
Y su piel frì acaricio mi alma
Cò descibir la vida que me ha dado
El que se ofrece generoso
Ante la aparencia del marmol
La visiòn es enganosa, la realidad es enganosa
Quisiera levantar el velo que le cubre
Besar sus manos calladas
Su frente, su boca
Sus brazos abandonadas
Con la ternura inmensa
Que inspira su belleza
Isabelle Lagos
posted by flagal
